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Como dj profissional iniciou sua carreira em 1997 como dj residente do Zero Bar às sextas. Criador do site Deep House Culture e dj titular da festa homônima. Participou como Dj residente do projeto de “lounge music” Batida Sossegada, que foi realizado no restauranre Largo do Convento em 2001. Foi Dj titular do projeto Jazzy Batucada realizado nos bares UK Brasil e Gate’s Pub. Em 2003 participou, como Dj convidado, da Segunda Lounge no Gate’s Pub. Tocou na tenda eletrônica do Porão do Rock em 2003. Tocou na festa Love Parade 2003 na tenda Megatribe e no Lounge do Camarote Vip. No verão de 2004 foi Dj residente no bar Gate’s Beach (filial do Gate’s Pub) em Arraial D’Juda na Bahia, tocando Lounge e Deep House. Em Arraial d’Juda tocou também na barraca de praia Corujão. Em julho de 2004 tocou no Lounge do Festival Internacional de Cinema na Academia de Tênis de Brasília. Em agosto de 2004 participou como Dj titular do projeto Eletrobatucada, que aconteceu no Gate's Pub. Recentemente formou com o guitarrista e produtor Henrique Hermeto o grupo DEEPimenta.
A
minha primeira experiência musical foi o show do JACKSON FIVE
em Brasília/1973. Para quem lembra, o show era para te sido em uma
quinta à noite, mas foi adiado para sábado à tarde. Fui
criado ouvindo samba e Black Music. Em casa ouvia nomes como Isaac
Hayes, Marvin Gaye, James Brown, Manu Dibango, etc. Até hoje possuo
alguns compactos. Quando começou a Disco estava em plena adolecência
e pude absorver 100% do que rolava. Gravava, em cassete, os programas
de balanço de sexta à noite da Transamérica para colocar nas festas
dos amigos. Foi a época mais rica da Dance Music. A maior prova disso
é que até hoje estas músicas são lembradas, pedidas e muito
sampleadas. Depois
da Disco começei a ouvir Rock. Vi nascer o Heavy Metal e tornei-me um
metaleiro. Nesta época, início dos anos 80, começei a frequentar
shows de rock de qualquer espécie em Brasília. Tive a oportunidade
histórica de ver o Legião Urbana em 1983 no Teatro Galpão, durante
um evento promovido pelo Departamento de Arquitetura da UnB. No mesmo
show tocaram o Plebe Rude e o XXX. Gostava de ver aqueles punks
pulando e entrava na onda também. Foi a época de
muitos shows, como por exemplo o do VAN HALEN em 1983 que assisti a 2
metros do gênio Eddie
Van Halen. Fui também ao Rock'n'Rio 1 em nove dos onze dias, onde
pude ver grandes shows: YES, Iron Maiden, Al Jarreau, Queen,
Whitsnake, etc. Como
sempre fui muito curioso com música, e sempre queria ouvir coisas
diferentes, começei a ouvir JAZZ. Tive sorte, pois nos meados da década
de 80 ouve um "boom" do jazz nacional e foram lançados
discos de várias feras do jazz brasileiro como Ricardo Silveira,
Pascoal Meirelles, Robertinho Siva, High Life, Márcio Montarroys, Hélio
Delmiro, Cama de Gato, Léo Gandelman, Rique Pantoja, etc. Comprei
muitos discos e até hoje ouço e promovo o Jazz Brasil. Ouvi muito
Fusion, estilo que mistura Jazz com outros gêneros como rock, funk,
etc. Tenho e até hoje compro discos de jazz. Gosto desde Duke
Ellington até o super Tribal Tech. Em
1997 fui covidado a trabalhar, como Dj residente, no Zero Bar (no
Gilbertinho). Tocava às sextas e começei com poucos discos. Aos
poucos fui dominando a prática até que as sextas do Zero Bar se
tornaram as noites mais cheias e animadas. Eu tocava de tudo e a
clientela cantava e dançava as músicas até a exaustão e saía
muito satisfeita. E não faltavam elogios. Eu misturava rock com eletrônico,
disco e pop nacional, etc. Fazia uma festa e não um som de boite convencional.
O Zero Bar foi importantíssimo para minha formação como Dj
profissional. Deixei de tocar no Zero Bar no final de 1999. Depois descobri a música eletrônica, o Deep House e a Lounge Music. São os estilos de música que sempre quis escutar e que me especializei. Tornei-me mais que um Dj: sou um pesquisador musical.
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